sexta-feira, 8 de abril de 2016

Cash ou Crash? - Diego Henrique Garbuio

   E ai pessoal, tudo bem com vocês?
   Ontem não tivemos postagem, mas hoje vou recompensar pela falta de ontem ok? O texto de hoje tem uma cara um pouco diferente e que vocês com certeza já imaginaram isso ou tem pelo menos a curiosidade de pensar nessas duas coisas... Vamos então ao texto?
Cash ou Crash? - Diego Henrique Garbuio
   Cash ou Crash, tão próximos (diria praticamente primos) porém um vive tentando tomar tudo do outro, o outro diz ser a solução do um, e ambos fogem desse encontro.
   Um vale, essas duas montanhas, e um rio correndo entre elas, como um Friesian selvagem galopando por um infinito campo da Holanda, um rio que nos leva à deriva.
   Um carro, seu braço; Um par de tênis, seus olhos; Casa na praia? Lá se vão as pernas. Nem falei do encéfalo, pois o precioso órgão é o primeiro a se perder, assim que o vírus se instala no ego/psique. 
   Alastra-se rápido, de início te dá ótima sensação, e ao mesmo tempo necessidade. Ele evolui dando sintomas como: Falsos sonhos que o próprio alimenta.
   Como a bruxa que dá guloseimas a João e Maria para transforma-los num belo jantar.
   Dá sonhos efêmeros, prazeres momentâneos, como se te anestesiasse para devorá-lo vivo, sem que sinta. Mas como é fantástico ter liberdade para escolher a cor da embalagem né?!
   Mas olha a que ponto chega essa brincadeira, talvez o antídoto seja o próprio veneno. A bruxa alimenta as presas com sua casa feitas de doces, e quando não houver mais casa? Pra que a bruxa se pensar em alimentar se não tem abrigo para viver?
   Isso me faz lembrar uma frase vista em algum lugar (que não me recordo onde nem quando ela atingiu minhas retinas): Quando não houver mais amanhã, será um belo dia...

   E ai pessoal o que acharam? Deixem nos comentários suas respostas a tantas perguntas que o autor propôs para vocês ^^. Beijinhos e até amanhã!

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